TANZÂNIA: iniciada a missão em terras “ainda” nao orionitas.

TANZÂNIA: iniciada a missão em terras “ainda” nao orionitas.

Chegaram no país africano os religiosos orionitas: Padre Anthony Njenga (keniano e pertencente à delegação missionária de língua inglesa); o Diácono Josimar Felipe da Silva e o Clérigo Pedro Raimundo Batista Andrade (pertencentes à Província Brasil Norte). Os mesmos foram hospedados pelo arcebispo de Tabora, Dom Paul Runangaza Ruzoka.

Os três religiosos orionitas (ambos estudantes em Roma), chegaram em Tabora, na Tanzânia, para uma experiência missionária na arquidiocese e permanecerão até meados de setembro, até o momento de retomar os seus estudos em Roma. Atualmente, os três estão hospedados em um centro de acolhida da arquidiocese, ao lado da casa do arcebispo e da catedral.

Em Tabora, desde fevereiro passado, já estão presentes as Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade com uma comunidade composta por três religiosas que desenvolvem as suas atividades em áreas circundantes, principalmente na “Vila da Paz” (um leprosário na periferia de Tabora), que é uma vila abandonada da sociedade mas não das nossas irmãs. Na “Vila da Paz” vivem crianças, adultos, idosos e alguns (dos adultos) são leprosos. Todos em extrema situação de pobreza. As irmãs desenvolvem tal trabalho enquanto esperam uma outra destinação definitiva da parte de Dom Paul Ruzoka e tal destinação será provavelmente para Usoke, cerca de 60 Km de Tabora. Durante este período, os religiosos e as irmãs cooperam nas várias atividades missionárias em uma área com grandes problemas sociais e de saúde neste país da África Oriental.

“Esta semana – escreve o padre Anthony Njenga – junto com as irmãs orionitas, visitamos alguns idosos em suas casas, um apostolado que elas fazem uma vez por semana. Além disso, Josimar e Pedro atenderam os pobres e doentes da Vila.”

“A “Vila da Paz” – explica o religioso orionita – é um conjunto de pequenas casas, do governo, mas abandonadas pelo mesmo. Aqui vivem idosos, alguns leprosos e crianças, em uma situação muito precária, comem pouco, não têm cozinhas e nem banheiros adequados, devendo assim também, buscar água em um poço próximo.”

“Infelizmente – continua ele – a “Vila da Paz” não é uma colônia de leprosos com funcionários, enfermeiros e estrutura adequada e é nisso que nossas irmãs ajudam, na medida do possível, os doentes da vila.”

“Estamos pensando – conclui – também de oferecer um serviço em alguns dias da semana no Centro das Irmãs de Madre Teresa de Calcutá que cuidam de doentes e idosos. Aos domingos, ajudaremos tanto na catedral como em duas paróquias diferentes, porque são muitas as capelas e os párocos não tem vigários.”

Dc Josimar Felipe

 

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