Pequeno Cotolengo Paulista celebra 50 anos de fundação

Pequeno Cotolengo Paulista celebra 50 anos de fundação

Hoje, dia 11 de fevereiro de 2014, o Pequeno Cotolengo celebra a data de sua criação. Todavia, a grande festa em comemoração a tão solene data foi neste último domingo, dia 9 de fevereiro. Com a presença de centenas de amigos, benfeitores e voluntários, funcionários e religiosos, uma Santa Missa foi celebrada no Santuário São Luís Orione por Dom Angélico de Bernardino, bispo emérito de Blumenau (SC) e concelebra por padre Claudinei Niedzwieck (diretor da obra), padre Aparecido da Silva (diretor provincial), padre Renato Scano (vice-diretor da obra), padre Luís Miotelli (reitor do seminário Dom Orione), padre João Carlos (ex-morador do Pequeno Cotolengo e hoje pároco em Porto Alegre (RS), padre Pedro Paulo Alves, vigário paroquial da paróquia N. Sra. Achiropita em São Paulo  (SP). Durante a Santa MIssa, foi ainda dedicado o novo altar do santuário e abençoado um ícone de Nossa Senhora que era de devoção pessoal de São Luís Orione e que foi doado pelos padres italianos aos Orionitas do Brasil e que agora estará no Santuário para a veneração dos fiéis. 

Após a Santa Missa, um almoço festivo foi servido a todos os presentes.

 

 

HISTÓRICO DO PEQUENO COTOLENGO DE SÃO PAULO

O Pequeno Cotolengo Paulista nasceu há 50 anos. Foi o sonho dos padres orionitas italianos missionários no Brasil. No dia 11 de fevereiro de 1964, na paróquia Nossa Senhora Achiropita, em São Paulo,  foram elaborados os estatutos que iriam fundar e reger os trabalhos do “Pequeno Cotolengo Brasileiro de Dom Orione”. No dia 22 de agosto de 1964, foram eleitos em Assembleia pelo conselho liderado pelo Padre Antonio Pagliaro, o Diretor Provincial na ocasião, os padres Giovanni Valdástico Pattarello como diretor do Cotolengo, o padre Giovanni Grossholz como secretário e o padre Pietro Pellanda como tesoureiro. A partir deste dia, se intensificaram os trabalhos no sentido de encontrar um local adequado para a criação da entidade. Em março de 1964, no quilômetro 25 da Rodovia Raposo Tavares, foi adquirido o um grande terreno. Foi dado, assim, o passo definitivo para a concretização daquele sonho. Em 1965, no dia 9 de setembro, o então superior geral dos Orionitas Dom Zambarbieri, juntamente com Dom Piccinini celebram a comemoração solene  da fundação do Pequeno Cotolengo. Na propriedade existia somente uma casinha em estado bastante precário: a chamada Casa Amarela. Com a ajuda dos clérigos que moravam no Educandário Dom Duarte, iniciaram os trabalhos de ajuste e reforma daquela casinha, que iria abrigar num primeiro momento os assistidos. No mês de dezembro daquele mesmo ano foram recebidos os primeiros meninos pelo Irmão Italo Saran. Com a presença do Cardeal Dom Agnelo Rossi, no dia 8 de dezembro de 1966 é abençoada a pedra fundamental do Pequeno Cotolengo, mas foi só em 1967 que o primeiro lar para acolher os moradores teve sua construção iniciada. Em 1968, uma mudança nos estatutos mudou o nome da obra para “Pequeno Cotolengo Dom Orione – Orionópolis”. O primeiro lar, batizado de “Papa João XXIII” foi inaugurado  no dia 9 de dezembro de 1969, com a presença do Núncio Apostólico no Brasil Dom Humberto Muzzoni. Em 1972, com a presença do Cardeal Agnelo Rossi, a primeira dama do estado de São Paulo, Sra. Zilda de Abreu Sodré, religiosos e benfeitores, foi inaugurado o 1 lar feminino, denominado Cardeal Rossi. No mesmo ano, em parceria com o governo do estado, deu-se início o ensino formal e especializado para portadores de deficiência física e mental, objetivando o desenvolvimento das potencialidades dos moradores. Em 1973, chegam ao Pequeno Cotolengo as primeiras irmãs orionitas e, com elas, mais de 20 meninas até então moradoras da FEBEM. Em 1977 é inaugurado o Conjunto Renata Crespi, onde funcionaria uma escola, um centro de reabilitação e novas moradias. Em poucos anos, sentiu-se a necessidade de se ampliar os espaços, tanto da escola como do centro de reabilitação. Começa-se, então, a construção de mais um conjunto, o de número quatro, onde hoje funciona a Escola Estadual Pequeno Cotolengo, o CEFOR e a lavanderia industrial.

 

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