Nos 100 anos do genocídio armênio, lembramos dois grandes orionitas

Nos 100 anos do genocídio armênio, lembramos dois grandes orionitas

Um fato histórico mas que não é conhecido por todos por “motivos políticos”. É um absurdo, mas é assim. Se trata do genocídio do povo armênio acontecido nos anos 1915-1923, o primeiro do século XX, por obra do governo turco que chegou ao poder em 1908. Foi decidida a eliminação da etnia armênia presente na área da penínsola anatólica desde o VI século antes de Cristo. 

Também a congregação orionita se une nesta recordação dos 100 anos do genocídio, porque há muitos anos, em 1924, o Instituto de Rodi recebeu um grupo de órfãos da terrível perseguição turca contra os cristãos armênios. Oito destes órfãos, em seguida, manifestaram vocação ao sacerdócio. De acordo com o desejo de Dom Orione, estes oito jovens foram enviados à Itália, em 3 de julho de 1928. Os recebeu na casa de Sette Sale, em Roma, Dom Orione em pessoa. Com esse gesto, Dom Orione abria as portas da congregação para cristãos de ritos diferentes e marcava o início de novos tempos na vida da nossa famíia. Dois destes oitos jovens se tornariam depois dois grandes sacerdotes muito venerados: Padre Giovanni Dellalian, missionário no Chile, onde morreu em 1982 e Padre Pietro Schamilian, que desenvolveu seu apostolado na Itália e depois na França, onde morreu em 1993.

 

 

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