COVID-19, EM TEMPO DE PANDEMIA, O ESPAÇO SOCIAL D’ACHIROPITA CONTINUA ATENDENDO A POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA, EM PLENO DISTANCIAMENTO SOCIAL.

COVID-19, EM TEMPO DE PANDEMIA, O ESPAÇO SOCIAL D’ACHIROPITA CONTINUA ATENDENDO A POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA, EM PLENO DISTANCIAMENTO SOCIAL.

Espaço Social D’Achiropita – Casa Dom Orione

Devido à grande demanda no Bairro da Bela Vista – SP para o atendimento às pessoas que ocupam o espaço das ruas da cidade como moradia, foi criado um local que assegura o atendimento diário com atividades direcionadas para o desenvolvimento e reinserção social, na perspectiva de construir junto a eles vínculos interpessoais que oportunizem a construção do processo de saída das ruas.

Acolhemos 190 moradores de rua, de domingo a domingo com boa alimentação – café da manhã e almoço, o incentivo para uma boa higienização – banho, asseio pessoal – tanques e espaço para lavagem e secagem das roupas, e mantemos um local limpo e agradável, para que possam passar o seu dia no convívio de uma equipe que se preocupa com o bem estar de cada um, além de doação de roupas e calçados.

Nesta época da pandemia do COVID 19, onde toda a cidade de São Paulo está em distanciamento social, conforme anuncio do governo de São Paulo, continuamos dando o atendimento à população em situação de rua, para a alimentação e higiene pessoal, com os funcionários devidamente paramentados conforme orientação do sistema de saúde e mantendo o distanciamento, entre os assistidos, para que os mesmos continuem usufruindo dos benefícios que as Obras Sociais Nossa Senhora Aquiropita oferece à sua comunidade.

Em dias normais, são ocupados com oficinas de geração de renda, ocupacionais e temáticas que compreendem desde a Informática, confecção de Produtos Artesanais, atividades culturais, educativas, passeios, ginasticas e até diversos cursos, ajudam a reintegrar à sociedade, recuperando a dignidade, fazendo com que alcancem sua autonomia, minimizando as situações de vulnerabilidade pessoal e social, adquirindo valores em relação à convivência, ao respeito e na conquista de sua emancipação; trazendo para o grupo a responsabilidade de conviver com o irmão que faz parte da sua vida e da construção de uma nova família que se compõe nas calçadas, casas de acolhida, na escolha do lugar e dividindo a caixa de papelão para dormir e, às vezes, nos momentos de solidão e desespero para conseguir afogar as mágoas consigo mesmo, com a família distante um ombro amigo para conversar.

 

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