Quem pode ser um oblato?

 

Sempre houve grupos de leigos na família de São Luís Orione, mas agora são novas as relações com leigos, que se propõe a seguir o carisma orionita  com  maior   espiritualidade,  com  uma  atitude profunda de agradecimento a Deus em resposta a uma experiência cristã madura de quem percebe a presença de Cristo e sabe oferecer o seu amor a Deus.

O convite não é feito de forma  genérica, a todo o povo de Deus,  mas é destinado a pessoas que querem viver uma particular dedicação, espiritual e apostólica, orionina,  e que estão dispostas a dar uma resposta de estabilidade, comunitariedade e eclesialidade. Por esse motivo a proposta pressupõe uma certa maturidade e inserção na vida comunitária.

São aqueles leigos e leigas ligados às comunidades de São Luís Orione, que têm uma particular dedicação espiritual e apostólica ao Senhor e à família orionita, A esses deseja-se oferecer e pedir algo mais na vida espiritual e no sentido de pertença orionina.

O caminho espiritual da Oblação na vida orionina está sendo iniciado para a formação de “um verdadeiro exército armado de humildade, de pureza, de fé de caridade” ( D. Orione Scritti 165 s.).

Constitui uma realidade nova, portanto ainda está sendo estruturado, mas tem esta finalidade definida: compartilharem, como leigos, do carisma orionino, como caminho de santificação pessoal e de apostolado na Igreja, para levar Jesus Cristo ao povo, sobretudo aos mais humildes, os pobres mais pobres,  para Instaurare Omnia in Christo mediante o exercício da caridade.

 

O homem vale tanto quanto reza.

 Do nosso trabalho tanto permanece quanto é cimentado pela oração”. (Scritti 54,174)

Os momentos que caracterizam a vida de oração do oblato são:

 

–  a  Santa  Missa,  centro   da  própria  jornada na  qual se oferece, junto a Cristo, a si mesmo a Deus,  o próprio trabalho, as próprias alegrias, os próprios sofrimentos , para tudo edificar em Cristo;

 

–  a  oração das Laudes e Vésperas, para unir-se com a Igreja no louvor a Deus e santificar o tempo;

 

–  oração do Ângelus, às 18 horas a cada dia, pelas vocações sacerdotais, pelos Filhos da Divina Providência e pelos oblatos;

 

–  a meditação da Palavra de Deus que o levará a um sempre mais íntimo colóquio como Pai;

 

–  o  retiro  espiritual,  com  o  grupo  de  oblação,uma vez por mês, que favorece o vigor interior, a constante renovação, o crescimento pessoal e comunitário da consciência da própria oblação a Deus;

 

Um grupo de oblação laical orionita foi constituído em Belo Horizonte, no dia 08 de abril de 1995, com a participação de quinze leigos tendo como orientador e animador o padre Dino Barbiero.

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