A Pequena Obra


O que é a Pequena Obra da Divina Providência?

É uma humilde Congregação
religiosa, moderna em seus homens e nos seus sistema,toda e só consagrada ao
bem do povo e dos filhos do povo, confiada à Divina Providência.

Nascida para os pobres, para atingir
o seu objetivo erguer suas tendas nos centros operários, e de preferência nos
rincões e subúrbios  mais miseráveis, às margens das grandes cidades
industriais, e vive, pequena  e pobre, entre os humildes
trabalhadores.Confortada pela bênção da Igreja, pelo válido apoio das
autoridades e de quantos estão com  o  espírito aberto aos
novos tempos, de coração grande e generoso.

Ao povo ela vai, mais que com
palavras, com exemplos e o holocausto de uma vida,dia e noite, imolado com Cristo,
ao amor e à salvação dos irmãos.

Mesmo vivendo uma única fé, mesmo
tendo uma alma e um só coração e unidade de governo, a Pequena Obra pratica
atividades múltiplas segundo as variedades necessidades dos homens, aos quais
ela vai ao encontro, adaptando-se, pela Caridade de Cristo, às diversas
exigências étnicas da nações entre as quais a mão de Deus a vai transplantando.

Ela não é unilateral. Para semear
Cristo, a Fé e a civilização, nos sulcos mais humildes e necessidades da
humanidade, assume formas e métodos diferentes, cria e alimenta diversidade de
instituições, valendo-se, no seu apostolado, de todas as experiências e das
sugestões que recebe das autoridades locais.

Seu programa: a caridade

Seu anseio é
a  difusão, entre o povo, do Evangelho e do amor ao “doce Cristo na
terra” e um espírito mais vivo e mais intenso de caridade entre os homens,
solícito de elevar, religiosa e socialmente, as classes dos trabalhadores, a
salvar de ideologias fatais os deserdados, para edificar e unificar os povos em
Cristo.

Seu campo é a caridade, porém não
exclui nada da verdade e da justiça, mas prega a verdade e aplica a justiça na
caridade.

A Pequena Obra quer servir e
servir com amor: ela, Deo adiuvànte,
propõe-se a colocar em prática as obras da misericórdia e para o alívio moral e
material dos miseráveis.

Sua vida é amar, rezar, educar a
orfandade e os mais deserdados filhos do povo à virtude e ao trabalho; é sofrer
e sacrificar-se com cristo.

Seu privilégio é servir Cristo
nos pobres mais abandonados e rejeitados.

O seu grito é Chàritas Christi
urget nos ( A caridade de Cristo nos impele) de São Paulo, e seu programa o de
Dante: A nossa caridade não fecha as portas.

 Por isso, ela acolhe e
abraça a todos que têm uma dor, mas não têm quem dê a eles um pão, um teto, um
conforto: faz-se toda para todos para levar todos a Cristo.Nascida de um
palpitar vivificante daquele amor que está sempre preparado e pronto para todas
as necessidades dos irmãos sofredores, esta Pequena Obra da Divina Providência
quer ser quase uma corrente de água viva e benéfica, que derrama os seus canais
para irrigar e fecundar de Cristo os estratos mais áridos e esquecidos.

É obra de Deus

É uma planta nova, plantada aos
pés da Igreja e no jardim da Itália, não por obra de homem, mas sim por um
sopro divino da bondade do Senhor.

E,de ano em ano,
desenvolvendo-se, à luz e no calor de Deus; para o conforto de milhares de
corpos e de espíritos é planta única, mas com diversos ramos,vivificados todos
por uma única seiva, todos voltados para o céu, floridos de amor a Deus e aos
homens.

É esta, talvez, a menor entre as
Obras de Fé e Caridade, brotadas do coração de Jesus, mas não quer ficar em
segundo lugar no consumir-se de amor a serviço da Igreja, da Pátria e do povo.
Tudo nos diz que somente Deus é quem a suscitou e vai estendendo-a, malgrado a
nossa miserabilidade, através de provações tanto mais dolorosas e até “per ignem et aquam” ( pelo fogo e
pela água), certamente para dar ajuda de Fé a nós, homens de pouca Fé.

É obra de fé

Numa época de positivismo, de
ambições terrenas e de dinheiro, a Pequena Obra da Divina Providência se
propõe, pois, sob a proteção da Virgem celeste, enxugar muitas lágrimas, elevar
as mentes e os corações para aquele Bem que não é terreno, que é o único capaz
de encher e satisfazer o coração do homem e cooperar modestamente com grande
humildade e de joelhos aos pés de Roma, para manter fiel ou reconduzir o povo à
Igreja e à Pátria, para salvar os pequenos,os humildes, os irmãos em Cristo
mais oprimidos e mais sofredores.

 


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